Algarve escolhido para receber a IGTM 2012
17 de Novembro de 2011 às 11:32:44 por Tiago da Cunha Esteves
O Algarve vai acolher para o ano a International Golf Travel Market (IGTM), de 12 a 15 de Novembro.
“Esta é uma boa conquista para o Algarve. É um evento pesado do ponto de vista financeiro (entre 800 a 900 mil euros), mas contamos com o apoio dos empresários”, disse, ao Publituris, o presidente da Turismo do Algarve, António Pina.
A última vez que o destino recebeu esta feira foi em 1999.
O Algarve, com 35 campos de golfe, recebe por ano seis milhões de visitantes que ali se deslocam para jogar golfe.
“Portugal tem estado no coração do turismo de golfe nas últimas três décadas e estabeleceu-se como um dos melhores destinos da Europa”, disse o gestor da IGTM, Peter Grimster, numa nota divulgada.
“A espectacular qualidade dos campos de golfe e resorts em Vilamoura, combinada com as excelentes salas de conferências do Tivoli Marina Hotel, fazem com que tenhamos a logística necessária para um evento fantástico”, acrescentou.
http://www.publituris.pt/2011/11/17/algarve-escolhido-para-receber-a-igtm-2012/
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quinta-feira, 17 de novembro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Notícias nacionais: Portugal entre os países onde o golfe mais está a crescer
Portugal entre os países onde o golfe mais está a crescer
28 de Outubro de 2011 às 11:39:49 por Tiago da Cunha Esteves
Portugal e Turquia estão entre os países onde o turismo de golfe está a desenvolver-se mais rapidamente, de acordo com o CEO da Associação Internacional de Operadores de Turismo de Golfe, Peter Walton. Como destinos consolidados no segmento, o responsável avança países como os Estados Unidos, Espanha e Tailândia.
O turismo de golfe internacional poderá gerar um total de 55 milhões de viagens este ano, um valor equivalente à performance de 2007, antes da crise económica global. De acordo com a associação, trata-se de um dos poucos segmentos internacionais que continua a crescer, apesar da incerteza económica.
Na Tailândia, Peter Walton sustentou que o turismo de golfe está a recuperar muito mais rapidamente do que outros sectores. “Nos mercados consolidados, um em cada três golfistas planeia viajar nos próximos doze meses. Isso é muito mais do que noutros sectores, como o ski. Também sabemos que os golfistas gastam mais 120% por pessoa, e por dia, do que outros turistas”, afirmou.
http://www.publituris.pt/2011/10/28/portugal-entre-os-paises-onde-o-golfe-mais-esta-a-crescer/
28 de Outubro de 2011 às 11:39:49 por Tiago da Cunha Esteves
Portugal e Turquia estão entre os países onde o turismo de golfe está a desenvolver-se mais rapidamente, de acordo com o CEO da Associação Internacional de Operadores de Turismo de Golfe, Peter Walton. Como destinos consolidados no segmento, o responsável avança países como os Estados Unidos, Espanha e Tailândia.
O turismo de golfe internacional poderá gerar um total de 55 milhões de viagens este ano, um valor equivalente à performance de 2007, antes da crise económica global. De acordo com a associação, trata-se de um dos poucos segmentos internacionais que continua a crescer, apesar da incerteza económica.
Na Tailândia, Peter Walton sustentou que o turismo de golfe está a recuperar muito mais rapidamente do que outros sectores. “Nos mercados consolidados, um em cada três golfistas planeia viajar nos próximos doze meses. Isso é muito mais do que noutros sectores, como o ski. Também sabemos que os golfistas gastam mais 120% por pessoa, e por dia, do que outros turistas”, afirmou.
http://www.publituris.pt/2011/10/28/portugal-entre-os-paises-onde-o-golfe-mais-esta-a-crescer/
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Notícias nacionais: IVA a 23% no golfe terá efeitos “devastadores”, dizem os industriais do sector
Subida em 2012
IVA a 23% no golfe terá efeitos “devastadores”, dizem os industriais do sector
19.10.2011 - 21:46 Por Lusa
O Conselho Nacional da Indústria do Golfe (CNIG) confirmou hoje que a taxa do IVA para a modalidade “passará, no ano de 2012, para a taxa normal de 23%”, o que trará “efeitos devastadores para o setor”.
Uma carta do CNIG enviada aos seus membros e aos outros campos de golfe refere que “as expectativas são as piores, face à absoluta perda de competitividade” em relação ao principal concorrente de Portugal, a Espanha, que aplica a taxa de 8% na modalidade.
O CNIG alerta para as “gravíssimas consequências” provocadas pela alteração da taxa do IVA aplicada ao sector, nomeadamente a “diminuição de praticantes” e a “fragilização de uma indústria exportadora”, recordando que “Portugal é hoje um dos três melhores destinos de golfe do mundo”.
A nota refere ainda as “enormes perdas em outras actividades turísticas complementares ao golfe, tais como a hotelaria, a restauração e o turismo residencial”, que “irão fazer-se sentir, com especial incidência nos destinos tradicionalmente de ‘sol e mar’”.
O CNIG, que hoje se reuniu com a Confederação do Turismo Português (CTP), garante que continuará a lutar para que a indústria possa ser “uma das alavancas do crescimento das exportações em Portugal” e um sector “fundamental no combate à sazonalidade” que tem sido afectado pela crise.
A carta começa por explicar que “até agora a taxa aplicada nos ‘green fees’ [preço por volta] foi de 6% equiparada à taxa aplicada na hotelaria”, uma situação pela qual o CNIG e a CTP continuarão a bater-se.
http://publico.pt/1517338
IVA a 23% no golfe terá efeitos “devastadores”, dizem os industriais do sector
19.10.2011 - 21:46 Por Lusa
O Conselho Nacional da Indústria do Golfe (CNIG) confirmou hoje que a taxa do IVA para a modalidade “passará, no ano de 2012, para a taxa normal de 23%”, o que trará “efeitos devastadores para o setor”.
Uma carta do CNIG enviada aos seus membros e aos outros campos de golfe refere que “as expectativas são as piores, face à absoluta perda de competitividade” em relação ao principal concorrente de Portugal, a Espanha, que aplica a taxa de 8% na modalidade.
O CNIG alerta para as “gravíssimas consequências” provocadas pela alteração da taxa do IVA aplicada ao sector, nomeadamente a “diminuição de praticantes” e a “fragilização de uma indústria exportadora”, recordando que “Portugal é hoje um dos três melhores destinos de golfe do mundo”.
A nota refere ainda as “enormes perdas em outras actividades turísticas complementares ao golfe, tais como a hotelaria, a restauração e o turismo residencial”, que “irão fazer-se sentir, com especial incidência nos destinos tradicionalmente de ‘sol e mar’”.
O CNIG, que hoje se reuniu com a Confederação do Turismo Português (CTP), garante que continuará a lutar para que a indústria possa ser “uma das alavancas do crescimento das exportações em Portugal” e um sector “fundamental no combate à sazonalidade” que tem sido afectado pela crise.
A carta começa por explicar que “até agora a taxa aplicada nos ‘green fees’ [preço por volta] foi de 6% equiparada à taxa aplicada na hotelaria”, uma situação pela qual o CNIG e a CTP continuarão a bater-se.
http://publico.pt/1517338
| O CNIG reuniu com a Confederação do Turismo Português (Adriano Miranda) |
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